terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Permacultor Marcos Ninguém ministra curso gratuito de Bioconstrução no Rio de Janeiro


Para saber mais sobre o trabalho do permacultor Marcos Ninguém, clique aqui!
Visite a página do evento no Facebook e obtenha mais informações!

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Violência Obstétrica - A Voz das Brasileiras


Violência. Ao ouvir essa palavra o que vem à mente de muitas pessoas são fatos relacionados a crimes escatológicos noticiados sob os holofotes da sociedade do espetáculo. Sob a égide de criar uma sociedade melhor por meio da "boa educação", um tapa nas crianças não é violência. Favorecer a especulação imobiliária e criminalizar a luta por moradia também não é violência. É progresso, claro! Com a violência contra a mulher, não é diferente. A divulgação de notícias a respeito da causa costuma se limitar a reportagens sobre violência doméstica. Dessa forma, um tipo de violência que acomete muitas mulheres diariamente permanece fora de pauta: a violência obstétrica.
Trata-se de uma prática de violência institucionalizada. Muitos profissionais submetem as parturientes a situações constrangedoras, fazem comentários abusivos, orientações e intervenções desnecessárias e até mesmo desrespeitam leis já consolidadas, como a que dispõe sobre o direito da mãe ter um acompanhante durante o trabalho de parto, parto e pós-parto imediato (até dez dias após o nascimento).        
A influência midiática e também algumas crenças arraigadas em nosso cotidiano naturalizam a violência. Assim, é comum que corriqueiramente tenhamos nossos direitos e liberdades violados e não questionemos essas transgressões. Muitas mulheres são maltratadas durante o parto e sequer sabem que estão sendo violentadas.
O paradigma tecnocrata que transforma o parto (um evento natural) num acontecimento tecnológico com intervenções rotineiras é um dos propulsores da violência obstétrica. Some-se a isso profissionais mal remunerados e por muitas vezes mal informados, desinformação das parturientes sobre a fisiologia do parir e de seus direitos como mãe e está formado o cenário da assistência ao parto desrespeitado. Não estou aqui negando a importância da cesariana necessária com indicação e embasamento científico para salvar vidas.  
Porém, não se pode negar que um parto vaginal desrespeitado pode ser tão violento quanto uma cesária eletiva.
Com o intuito de divulgar a violência obstétrica e incitar mudanças efetivas na assistência ao nascimento no Brasil, foi lançado o documentário "Violência Obstétrica - A Voz das Brasileiras". A divulgação do filme faz parte das ações articuladas durante o "Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres",   no último dia 25. Confira o documentário a seguir:




quinta-feira, 25 de outubro de 2012

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Assine já as petições contra o despejo dos Guarani Kaiowá no MS



A concessão de uma liminar pela Justiça Federal para reintegração de uma área que atualmente serve de acampamento para os indígenas da etnia Guarani  Kaiowá às margens do rio Hovy, em Iguatemi (MS) pode ocasionar um verdadeira tragédia humanitária. Os índios, já bastante castigados pela invasão do latifúndio sobre suas terras originárias, declararam em carta pública que resistirão caso a ordem de despejo seja cumprida, mesmo que isso resulte na dizimação de seu povo. Segue, na íntegra, a carta  que explana a calamitosa situação da etnia.


Carta da comunidade Guarani-Kaiowá de Pyelito Kue/Mbarakay-Iguatemi-MS para o Governo e Justiça do Brasil

Nós (50 homens, 50 mulheres e 70 crianças) comunidades Guarani-Kaiowá originárias de tekoha Pyelito kue/Mbrakay, viemos através desta carta apresentar a nossa situação histórica e decisão definitiva diante de da ordem de despacho expressado pela Justiça Federal de Navirai-MS, conforme o processo nº 0000032-87.2012.4.03.6006, do dia 29 de setembro de 2012. Recebemos a informação de que nossa comunidade logo será atacada, violentada e expulsa da margem do rio pela própria Justiça Federal, de Navirai-MS.

Assim, fica evidente para nós, que a própria ação da Justiça Federal gera e aumenta as violências contra as nossas vidas, ignorando os nossos direitos de sobreviver à margem do rio Hovy e próximo de nosso território tradicional Pyelito Kue/Mbarakay. Entendemos claramente que esta decisão da Justiça Federal de Navirai-MS é parte da ação de genocídio e extermínio histórico ao povo indígena, nativo e autóctone do Mato Grosso do Sul, isto é, a própria ação da Justiça Federal está violentando e exterminado e as nossas vidas. Queremos deixar evidente ao Governo e Justiça Federal que por fim, já perdemos a esperança de sobreviver dignamente e sem violência em nosso território antigo, não acreditamos mais na Justiça brasileira. A quem vamos denunciar as violências praticadas contra nossas vidas? Para qual Justiça do Brasil? Se a própria Justiça Federal está gerando e alimentando violências contra nós.  Nós já avaliamos a nossa situação atual e concluímos que vamos morrer todos mesmo em pouco tempo, não temos e nem teremos perspectiva de vida digna e justa tanto aqui na margem do rio quanto longe daqui. Estamos aqui acampados a 50 metros do rio Hovy onde já ocorreram quatro mortes, sendo duas por meio de suicídio e duas em decorrência de espancamento e tortura de pistoleiros das fazendas.

Moramos na margem do rio Hovy há mais de um ano e estamos sem nenhuma assistência, isolados, cercado de pistoleiros e resistimos até hoje. Comemos comida uma vez por dia. Passamos tudo isso para recuperar o nosso território antigo Pyleito Kue/Mbarakay. De fato, sabemos muito bem que no centro desse nosso território antigo estão enterrados vários os nossos avôs, avós, bisavôs e bisavós, ali estão os cemitérios de todos nossos antepassados.

Cientes desse fato histórico, nós já vamos e queremos ser mortos e enterrados junto aos nossos antepassados aqui mesmo onde estamos hoje, por isso, pedimos ao Governo e Justiça Federal para não decretar a ordem de despejo/expulsão, mas solicitamos para decretar a nossa morte coletiva e para enterrar nós todos aqui.

Pedimos, de uma vez por todas, para decretar a nossa dizimação e extinção total, além de enviar vários tratores para cavar um grande buraco para  jogar e enterrar os nossos corpos. Esse é nosso pedido aos juízes federais. Já aguardamos esta decisão da Justiça Federal. Decretem a nossa morte coletiva Guarani e Kaiowá de Pyelito Kue/Mbarakay e enterrem-nos aqui. Visto que decidimos integralmente a não sairmos daqui com vida e nem mortos.

Sabemos que não temos mais chance em sobreviver dignamente aqui em nosso território antigo, já sofremos muito e estamos todos massacrados e morrendo em ritmo acelerado. Sabemos que seremos expulsos daqui da margem do rio pela Justiça, porém não vamos sair da margem do rio. Como um povo nativo e indígena histórico, decidimos meramente em sermos mortos coletivamente aqui. Não temos outra opção esta é a nossa última decisão unânime diante do despacho da Justiça Federal de Navirai-MS.     

Atenciosamente, Guarani-Kaiowá de Pyelito Kue/Mbarakay


Ao ler esse relato, não podemos nos deixar dominar pela desesperança. É preciso agir para que não ocorra um verdadeiro genocídio contra mais esse povo indígena. Assine as petições em prol dos Guarani Kaiowá!

Para mais informações a respeito da situação dos Guarani Kaiowá no Mato Grosso do Sul, acompanhe o blog: http://solidariedadeguaranikaiowa.wordpress.com/

Ao assinar, lembre-se de divulgar para os seus contatos. É importante que a notícia seja difundida para que essa situação seja revertida o mais rápido possível! 
SOMOS TODOS GUARANI KAIOWA! SOMOS TODOS CIDADÃOS DO PLANETA!

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Debate: "Grilar, Persuadir e Destruir: Os políticos e a apropriação da terra no Brasil" na USP

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Quando? 
24/10 às 19h00

Onde? 
Av. Prof. Lineu Prestes, 338 - Prédio Geografia/História 
Cid. Universitária - São Paulo - SP - CEP: 05508-900 
FONE/FAX: 11-3091-3737 - (11)-3091-4642 

sábado, 20 de outubro de 2012

"Vivência de Construção Natural com Terra Crua" em Joanópolis (SP)

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Para inscrições e mais informações, escreva para: sitioesmeraldapermacultura@hotmail.com.
Conheça também a página do Sítio Esmeralda no Facebook: http://www.facebook.com/sitio.esmeralda.7

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Curso: "Bioconstruindo a Transição: Ciclo de Tecnologias Apropriadas"

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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

UMAPAZ promove ciclo de oficinas “Arte na Paisagem e o Lúdico na Natureza” em SP

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As oficinas são gratuitas. Não é preciso se inscrever previamente. Para participar, chegue com 15 minutos de antecedência. 
Quer saber mais? Acesse o blog da UMAPAZ e confira todas as informações clicando aqui!

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Assine a petição para declarar as sementes tradicionais patrimônio da humanidade

Quando se fala em soberania alimentar, é comum citar o avanço do latifúndio e das monoculturas em detrimentos da produção variada, saudável e sustentável de alimentos. Entretanto, é imprescindível lembrar que a expansão da tecnocracia no campo e a expansão do agronegócio põe em xeque também a preservação de um importante patrimônio biológico: as sementes.
Com o avanço da biotecnologia e a crescente mercantilização das práticas agrícolas, as sementes passaram a ser mais uma forma de lucro. Além da venda, a prática de modificá-las geneticamente inaugurou um mercado sombrio de patentes e royalties. Nesse contexto, é necessário ressaltar que o domínio sobre a produção de alimentos representa uma séria ameaça à autodeterminação das sociedades.
Por outro lado, um árduo trabalho de agricultores que passam de geração em geração sementes selecionadas com base na sabedoria empírica permite a perpetuação das sementes tradicionais, as chamadas sementes crioulas. Esse costume, presente em todo o mundo, é fundamental para garantir a produção de alimentos e a proteção à biodiversidade. É, portanto, uma questão de sobrevivência.
Com o intuito de garantir a proteção desse patrimônio, foi criada uma petição a ser entregue às autoridades para que as sementes tradicionais sejam oficialmente declaradas patrimônio da humanidade, Para assinar, clique aqui!
Divulgue essa campanha por um planeta sustentável!

Quer saber mais sobre o assunto? Faça o download da cartilha "Sementes Transgênicas – contaminação, royalties e patentes" elaborada pela organização de direitos humanos "Terra de Direitos".
Vale a pena visitar também o site da Campanha Europeia pelas Sementes Livres

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

"Transition Brasilândia" promove mutirão de plantio neste fim de semana em SP

 Visite a página do evento no Facebook clicando aqui!

quinta-feira, 26 de julho de 2012

UMESP promove minicurso de "Permacultura Holística e Horta Vertical" em São Bernardo do Campo (SP)


Para se inscrever, entre em contato pelo e-mail: inscricao@oghamconsultoria.com. 
Se você é aluno da Universidade Metodista de São Paulo (UMESP), deve se matricular no laboratório de ensino que fica no Campus Planalto (São Bernardo do Campo), sala 516, das 17h00 às 19h30.
As inscrições serão abertas no dia 13/08 e permanecerão até o dia 17/08. As vagas são limitadas.
Para mais informações, clique aqui!

terça-feira, 3 de julho de 2012

segunda-feira, 2 de julho de 2012

#desocupaCONAR - INFÂNCIA LIVRE de consumismo (Blogagem Coletiva)

Carta Aberta ao Conar

Duas recentes medidas do Conar referentes aos abusos da publicidade voltada para as crianças nos deixaram preocupados e ainda mais descrentes da atuação deste órgão com relação à proteção da infância.
A primeira foi a decisão de sustar a campanha da Telessena de Páscoa por anunciar para o público infanto-juvenil um produto que só pode ser vendido para maiores de 16 anos (de acordo com regulamentação da SUSEP). A segunda foi a advertência dada pelo Conar à Ambev, com relação ao ovo de páscoa de cerveja da Skol.
Ambas atitudes do Conar seriam dignas de aplausos – se tivessem sido tomadas quando as campanhas publicitárias estavam no ar, na Páscoa, em março. Mas o Conar só agiu em junho, quando as campanhas já não eram mais veiculadas.
Com isso, não houve nenhum impedimento para que a mensagem indevida da Telessena atingisse impunemente milhões de brasileirinhos e que a Ambev promovesse bebida alcoólica através de um produto de forte apelo às crianças. A advertência à Skol é ainda mais ineficaz, pois não impede que no próximo ano, produto semelhante seja oferecido.
O Movimento Infância Livre de Consumismo vê nessas decisões a comprovação de que o atual sistema de autorregulamentação praticado pelo mercado publicitário brasileiro é lento, omisso e ineficiente. Fato ainda mais grave quando se trata da defesa do público infantil.
Por isso, exigimos que a publicidade infantil sofra um controle externo como todas as atividades empresariais. Reiteramos nossa postura de que, sem leis e punição, jamais teremos uma publicidade infantil mais ética.
Nós, mães e pais, exigimos respeito à infância dos nossos filhos e solicitamos que estas duas atuações não constem dos autos do Conar como casos de sucesso. Contabilizar pareceres dados depois que as campanhas saíram do ar, como exemplo da firme atuação do Conar, é propaganda enganosa. E isso contraria o tal Código de Autorregulamentação que os publicitários insistem em tentar nos convencer que funciona.

Este texto faz parte de uma blogagem coletiva proposta pelo Movimento Infância Livre de Consumismo juntamente com blogs parceiros. Este movimento é composto por pais e mães que desejam uma regulamentação séria e eficiente da publicidade voltada para crianças. Para saber mais acesse: www.infancialivredeconsumismo.com.br

Acesse a página do Coletivo Infância Livre de Consumismo no Facebook clicando aqui!

sábado, 23 de junho de 2012

Curso "Ilhas Flutuantes: Purificação e Vivificação de rios e lagos" em Mogi das Cruzes (SP)

Clique na imagem para ampliar

Inscrições com Rafael Bueno: (11) 8202.6903
e-mail: construindosustentabilidade@gmail.com

Para saber mais sobre o sistema de ilhas flutuantes e conhecer detalhes do curso, acesse o blog do Grupo Solares clicando aqui!

Homenagem à Marcha do Parto em Casa (2012)

Vídeo produzido por Despertar do Parto

Reciclar, ressignificar, resgatar, conectar!

Durante muito tempo a humanidade viveu mergulhada no racionalismo. Embora essa postura tenha muito contribuído para o progresso técnico-científico, esse paradigma distanciou o homem dos fenômenos espirituais. A observação dos ciclos naturais restringiu-se, na maioria das vezes, a apreciações científicas. Dessa forma, essa abordagem cartesiana alienou grande parte da humanidade dos processos naturais. Se para a sabedoria nativa os fenômenos astrológicos, as intempéries e todas as outras manifestações da natureza possuem um significado capaz de direcionar sua rotina, para as sociedades contemporâneas, considerar esses fatores como determinantes em seu modo de vida pode ser taxado como uma tolice. Vivemos isolados das pessoas, do tempo, desconhecemos a direção das chuvas, deixamos de apreciar a beleza das pequenas coisas. A contemplação da natureza perdeu espaço nos momentos de lazer para ser substituída por atividades eletrônicas, frias, individualistas.
Nesse contexto, não é possível negar os avanços tecnológicos já auferidos, entretanto, seria imprudente omitir que eles trouxeram consigo diversos prejuízos sócio-ambientais, como, por exemplo, o uso de mão de obra degradante e o desrespeito ao limiar dos recursos naturais. Logo, é preciso buscar um ponto de equilíbrio, abrindo espaço para que resgatemos a sabedoria secular, consolidada pragmaticamente.
Temos vivido, especialmente neste ano, tempos promissores. A transição já está em curso há algum tempo, mas é agora, em 2012, a oportunidade de transcendermos fronteiras dimensionais. É o momento de quebrarmos paradigmas. É hora de despertar, restabelecer o diálogo entre razão e espiritualidade, reconhecer que o conhecimento não deve, necessariamente, ser oriundo da sistematização puramente racional dos acontecimentos.
Nesse sentido, há um caminho passível de nos fornecer muitas respostas para as crises atuais: o resgate da ancestralidade. Trata-se de uma sabedoria intuitiva, baseada na prática diária, e, sobretudo, na sensibilidade daqueles que acreditam que o conhecimento não advém apenas da academia ou de fontes "oficiais". A sabedoria ancestral é prova de que consonância com os ciclos naturais é resultado de observAÇÃO.
A ancestralidade nos fornece a sabedoria empírica, baseada em costumes muito antigos e que podem ser modelo para uma vida simples, mas profundamente alinhada ao equilíbrio ecológico. A estreita ligação e reverência dos povos nativos à Mãe Terra, a bioconstrução e a arquitetura vernacular, técnicas tradicionais para cultivar alimentos, trocas de sementes crioulas são alguns dos muitos exemplos de como conhecer a ancestralidade permite implementar sociedades genuinamente sustentáveis. É tempo de reconexão, de reconhecer que tudo no universo é vibração e se religar às energias de Gaia. Já não há tempo para protelar as mudanças. Todos desejamos viver em um planeta harmônico, sustentável. Co-criemos, então, a Nova Terra. Viva a Pachamama!
A seguir, documentário "A Voz das Avós - no Fluir das Águas". Um sensível registro do encontro do "Conselho Internacional das 13 Avós Nativas" em Brasília no ano passado, cujo tema foi a Água.




DOC: "Belo Monte - Anúncio de uma Guerra"


quinta-feira, 14 de junho de 2012

Resultados do Teste da Violência Obstétrica


Foram divulgados os dados da pesquisa intitulada "Teste da violência obstétrica". A ideia foi criar um levantamento informal sobre as práticas violentas incutidas no atendimento obstétrico. O teste surgiu da iniciativa das blogueiras que encabeçam as páginas Cientista Que Virou Mãe, Mamíferas e Parto no Brasil.
Foram exatos 1966 prenchimentos anônimos durante entre 8 de março e 15 de abril, dias em que o teste ficou no ar em 74 blogs, dentre eles o Holos.
Confira os resultados:


Para acessar os resultados descritivos e ter mais informações sobre os dados obtidos no teste,  clique aqui!


sábado, 9 de junho de 2012

Seminário sobre agroecologia na Amazônia acontece em Manaus


Está marcado para os dias 25 e 26 de junho o "1º Seminário de Experiências Agroecológicas no Contexto Amazônico". O evento nasceu com o intuito de propalar as ações de agroecologia em curso na região da maior floresta tropical do planeta. As atividades serão sediadas pelo Núcleo de Socioeconomia  (NUSEC) da Universidade Federal do Amazonas (UFAM). A taxa de inscrição para estudantes é de R$20,00. Para profissionais da área, o custo é de R$30,00.
As inscrições devem ser realizadas no NUSEC que fica na Faculdade de Ciências Agrárias (FCA), setor sul do campus da UFAM. Também é possível fazer sua matrícula pelo site: http://www.nusec.ufam.edu.br/. 


Quando?
25 junho 2012 e 26 junho 2012 - das 8h00 às 18h00

Onde?
UFAM - Auditório Rio Javari (Faculdade de Tecnologia - UFAM - setor Norte) 
Endereço: Av. General Rodrigo Otávio - Manaus 

Contato
Telefone: (92)3305-4044
E-mail: seminario_de_agroecologia_2012@hotmail.com


Para conferir a programação e obter mais informações, clique aqui!




sábado, 2 de junho de 2012

Fiocruz promove seminário sobre os malefícios dos agrotóxicos

 Para visualizar a imagem ampliada, clique aqui!

Local: Auditório térreo da ENSP, FIOCRUZ (Av. Brasil, 4.365 – Manguinhos, Rio de Janeiro - RJ)

Obs.:Não é  preciso se inscrever previamente.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Curso de Sustentabilidade Urbana em Taubaté (SP)


Data: 02 e 03 de Junho
Horário: Das 08h00 do dia 02/06 às 18h00 do dia 03/06

Temas abordados:
- Permacultura
- Sustentabilidade
- Resíduos Sólidos
- Paisagismo empírico (fazer com o que se tem na mão)

Programação 

Sábado

08:00 - Recepção e café da manhã
09:00 - Parte teórica
10:00 - Parte Prática
12:00 - Almoço
13:30 - Parte prática (continuação)
17:30 - Espaço para outras atividades (yoga, meditação)
18:30 - Banho
19:00 - Jantar
21:00 - Fogueira
23:00 - Encerramento das atividades

Domingo

07:00 - Práticas do corpo (yoga, meditação)
08:00 - Café da manhã
09:00 - Parte prática (finalização dos processos)
13:00 - Almoço
14:00 - Encerramento do curso (entrega do certificado)
16:00 - Encerramento geral

Outras atividades:
- Yoga
- Meditação
- Fogueira
- Música e danças.

Investimento : R$150,00 (inclui refeição, espaço para hospedagem e certificado)

Facilitador: Deto França - Permacultor e Paisagista

Informações: (12)8163-1244 / (12)7812-9497 ID: 90*6341 / (12)9125-7598

Para acessar a página do evento no Facebook, clique aqui!


terça-feira, 29 de maio de 2012

Projeto de permacultura urbana integra programação da Virada Sustentável


Acontece, no próximo fim de semana, dias 2 e 3 de junho, a segunda edição da Virada Sustentável. A proposta é oferecer atividades gratuitas voltadas à temática sócio-ambiental na capital e região metropolitana de São Paulo. A novidade deste ano é a inclusão oficial da programação zen. Dentre as demais atividades oferecidas, destaque para a participação do projeto PermaCasa Vila Viva. A iniciativa surgiu com o intuito de tornar uma casa de vila no tradicional bairro da Mooca um laboratório multiplicador de práticas sustentáveis na cidade, com base nos princípios da permacultura. Conheça as atividades oferecidas pela PermaCasa nessa Virada Sustentável:

Para ter acesso à programação completa da Virada Sustentável, clique aqui!


Confira o trabalho feito na Permacasa Vila Viva neste vídeo:
Curta a página da PermaCasa no Facebook!



segunda-feira, 21 de maio de 2012

Módulo III do "2º Programa de Bioconstrução" do Instituto Acel acontece neste fim de semana


Programação:


Sábado

06:00 - Práticas de corpo (yoga, tai-chi, ministradas por voluntários, atividade a parte do curso)
07:00 - Café da Manhã
08:00 - Parte prática (pau a pique e Taipa de pilão, simultaneamente a execução das duas técnicas, praticando revezamento entre os participantes)
12:00 - Almoço
13:30 - Parte teórica (retomada das atividades pela manhã, introdução a permacultura, posicionamento do grupo)
14:30 - Parte Prática (continuação)
17:30 - Espaço para banho, e relaxamento
18:30 - Jantar
19:00 - Celebração, 10ª vivência e aniversário Mestre Biscuit.
21:00 - Apresentação da banda: Fuá Rabecado, Musica regional do Vale do Paraíba.
00:00 - Encerramento das atividades

Domingo
08:00 - Café da manhã
09:00 - Parte prática (finalização dos processos)
13:00 - Almoço
14:00 - Encerramento do curso

Obs.: A recepção dos participantes se iniciará a partir das 19h00 da sexta feira para facilitar a integração da equipe.

O valor da inscrição é de R$110,00 (sendo 100 reais para cobrir os custos do curso e o 10 restantes para contribuir com a festa que acontecerá na noite de sábado).
A organização informa que as oito vagas do alojamento serão ocupadas conforme a ordem de inscrição. Para os demais participantes, será disponibilizada área de camping.


Contato: institutoacel@gmail.com
(12) 3948 2638/(12)3948 110/(12) 9777 4460


Conheça a página do Instituto Acel no Facebook clicando aqui
Para obter maiores detalhes, você também pode visitar a página do evento!

sexta-feira, 18 de maio de 2012

"Ecoetrix" promove Curso de Design em Permacultura (PDC) em São Thomé das Letras (MG)

Para saber mais sobre o curso, clique aqui!

Conheça o trabalho do permacultor ministrante do PDC,  Marcos Ninguém, em seu site. É só acessar esse link!

Confira também:



Mutirão ecológico na zona oeste de SP neste sábado


quinta-feira, 17 de maio de 2012

domingo, 13 de maio de 2012

Crescimento do "VETA DILMA" faz agronegócio lançar campanha pelo enfraquecimento do Código Florestal


O VETA DILMA está assustando a quadrilha da motoserra. Os ruralistas até criaram um "contra-movimento". Recebi um e-mail com o banner da campanha. Cheio de argumentos vazios e de desconstrução rápida.




Confira o banner usado para propagar as falácias pró-novo Código.

Eles dizem que o preço da comida vai subir e podemos sofrer desabastecimento. Mas 70% dos alimentos que consumimos advém da agricultura familiar, cujas entidades representativas já se manifestaram contra o Novo Código. Afinal, quem está na labuta diária e conhece o campo como a palma de sua mão sabe que preservar as florestas/matas ciliares e o solo é fundamental para garantir sua principal fonte de rendimento.
O "Não Veta Dilma" propala que os alimentos deixaram de comprometer 40% da nossa renda e hoje correspondem à 16%. Esqueceram de dizer que isso se deve à famigerada revolução verde, que inundou o campo com veneno e fertilizantes químicos e intensificou o êxodo rural e a precarização das condições do trabalho campesino.
Além disso, os ruralistas com sua mobilização pautada exclusivamente no interesse privado fazem questão de bradar: preservaram 61% das nossas matas nativas. Oras, esse fato realmente é motivo de "orgulho": o Brasil é recordista mundial em devastação florestal!
Por fim, os vilões das florestas destacam: "Vetar o Código é vetar a nossa produção de comida. Vetar o Código é vetar a qualidade de vida que o brasileiro conquistou nas últimas décadas". Na verdade, poderia estar escrito de inúmeras maneiras: vetar o código é vetar a produção de soja para alimentar o gado que vive em áreas protegidas por lei. Vetar o código é vetar a perpetuação do Brasil na liderança do ranking de consumidores de agrovenenos. É não retroceder na proteção da nossa biodiversidade. Vetar o Código é dizer não à preponderância de interesses privados ao interesse público. É provar que a produtividade econômica não suprime a improdutividade social do latifúndio. É dizer não ao avanço das monoculturas de exportação e da pecuária sobre as áreas de preservação. É abrir caminhos para que possamos transcender o padrão desenvolvimentista arraigado no agronegócio. Vetar o código é dar sinais de que o Brasil está despertando para a necessidade de estabelecer sociedades sustentáveis, com justiça social e ambiental.

VETA TUDO DILMA!

Compareça à manifestação programada pela Fundação SOS Mata Atlântica para o próximo dia 20 no "Viva a Mata" em São Paulo:


Se você ainda não assinou as petições contra o Novo Código Florestal, clique aqui!