sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

A COP-17 e a certeza das incertezas

As conferências climáticas realizadas pela Organização das Nações Unidas (ONU) dividem opiniões dentre diversos setores da sociedade. Entre os movimentos sociais, sobretudo aqueles ligados às causas ambientais, há quem veja com otimismo essas reuniões e também quem duvide de sua efetividade. O fato é que, em geral, as conferências terminam sem resultados concretos e às vezes retrocedem nas diretrizes internacionais de meio ambiente. Aliás, a única coisa certa é a exposição garantida para quem quer lucrar com novos sistemas/tecnologias voltados para a área: como os olhos do mundo estão voltados para estes eventos, eles se tornam a grande vitrine do ecocapitalismo.
Diante disso, a Via Campesina, movimento internacional formado pelo agricultores(as) familiares e camponeses(as) lançou, paralelamente à 17 ª Conferência das Partes da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP17), em Durban (na África do Sul) um documento intitulado "Declaração da Via Campesina em Durban". Dentre as reivindicações, destaca-se o repúdio ao mercado de créditos de carbono e a agroecologia como alternativa sustentável ao aquecimento global. Para conferir o documento na íntegra, clique aqui!

Para entender a COP 17, acesse:
Conferência do Clima: a ciência foi deixada de lado

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Bunge: insustentável do começo ao fim

A Bunge, empresa que já foi citada pelo Ministério da Agricultura como detentora do oligopólio de fertilizantes no Brasil, lançou no início de novembro uma campanha institucional com o objetivo de resgatar o conceito "do campo à mesa". O comercial televisivo começa com o consumo de um pastelzinho, que serve para mostrar, sem nenhuma riqueza de detalhes, o processo do qual resulta o produto. Lançando mão do bordão "sustentável da começo ao fim", o reclame é apenas uma tentativa de reposicionar a imagem da empresa diante de sua multidão de consumidores.
A campanha cujo intento é mostrar a sustentabilidade nas práticas da Bunge foi orçada em cerca de 6 milhões de reais, segundo informações do portal New Trade. Entretanto, a realidade não condiz com o teor da publicidade, já que se trata de uma corporação que, além produzir de alimentos industrializados e nocivos à saúde, é a maior produtora de fertilizantes químicos na América do Sul. E o que isso significa? Quando fertilizantes químicos encontram rios, lagoas e os lençóis freáticos, há o aumento da produção de algas e fitoplâncton. Em consequência, com a morte desses organismos, a decomposição da matéria orgânica  bloqueia a entrada do oxigênio nas águas, suprimindo a vida subaquática.
Outro ponto importantíssimo esquecido pelos marketeiros contratados pela Bunge é fato de que a empresa promove a monocultura, prática que diminui drasticamente a geração de empregos e prejudica o abastecimento de alimentos diversificados. Ao mesmo, propulsiona a expansão do modelo tecnocrata também no campo, através de métodos produtivos cada vez mais artificiais e que resultam em comida tão "saudável" quanto medicamentos alopáticos.
Na página inicial da corporação, consta a frase: "melhorar a vida, contribuindo para o aumento sustentável da oferta de alimentos e bioenergia, aprimorando a cadeia global de alimentos e do agronegócio." Oras, quem entende o mínimo sobre sustentabilidade sabe que o estímulo deve ser feito ao desenvolvimento de cadeias locais de consumo, pois a dita cadeia global demanda muito mais recursos e resulta em maiores impactos ambientais. Já na página sobre a gestão da sustentabilidade, a Bunge mostra a que veio: "O objetivo é fomentar o desenvolvimento equilibrado dos negócios". Note, como todo bom capitalista, eles assumem: querem mesmo é desenvolver seus negócios. Mais uma prova de que o verde que lhe$ intere$$a não é o da ecologia, propalado pelo discurso publicitário.
Em agosto deste ano, o CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) lançou um instrumento para normatizar a conduta ética em propagandas ditas sustentáveis. Segundo o documento, que visa combater o greenwashing, a publicidade sobre o tema deverá atender a princípios pré-estabelecidos, entre eles a concretude, veracidade, exatidão e clareza, comprovação e fontes, pertinência e relevância. Na página, é possível denunciar propagandas de "lavagem verde".  Agora, assista ao vídeo da Bunge:

Em tempo: esqueceram de citar no vídeo que agrotóxico não transforma solo em vida e latifúndio não promove o desenvolvimento local. Também omitiram que o etanol por si só não basta. Por trás do discurso pelo seu uso, está toda uma indústria automobilística que incentiva o transporte individual(ista). Além disso, o biodiesel brasileiro possui 95% de diesel convencional, originado do petróleo (super ecológico, hein!).

Leia também:
Bunge: um mau exemplo para mundo, Por Judson Barros

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

17/12: Dia de luta contra Belo Monte em SP

Para mais informações, acesse o blog do Movimento Brasil pelas Florestas clicando aqui!

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Participe da cyberação contra o Novo Código Florestal

A rede de mobilização online "Avaaz" convoca os cidadãos brasileiros a enviarem um e-mail à presidência da república para exigir o veto ao Novo Código Florestal. Intitulada de "Dilma: Salve a Amazônia", a campanha pretende angariar o maior número possível de mensagens em defesa da nossa legislação florestal. A sua participação é fundamental. Para enviar sua mensagem, é só clicar neste link!


Vale a pena acessar também:
Código Florestal a serviço do latifúndio e do agronegócio
Floresta Faz a Diferença
SOS Florestas

Lançamento de livro sobre parteiras caiçaras e palestra sobre os paradigmas do parto, nascimento e da saúde em Floripa (SC)

Para mais informações, acesse o blog do "Bazar Coisas de Mãe" clicando aqui!

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Palestra sobre pedagogia Waldorf em São José dos Campos (SP)

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terça-feira, 25 de outubro de 2011

"1º Festival VEGetariANO do ABC" acontece neste domingo (30/10)

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Divulgar um estilo de vida pautado na libertação animal e no respeito ao meio ambiente: esse é o objetivo do 1º Festival VEGetariANO do ABC, marcado para o próximo dia 30, na cidade de São Caetano do Sul (SP). A ideia é promover o veganismo e a ética no consumo. Na programação, filmes, oficinas, muita informação e a oportunidade de conhecer e adquirir produtos éticos!
Para saber mais, acesse o blog do evento clicando aqui ou escreva para: decarnaval@hotmail.com ou festveg@gmail.com.

Quando?
Dia 30 de Outubro - das 12h00 às 18h00
Onde?
 Estação Jovem: Rua Serafim Constantino, s/nº – (Piso Superior do Módulo II do Terminal Rodoviário Nicolau Delic) Centro - São Caetano do Sul - ao lado da Estação de Trem de São Caetano - Confira o mapa neste link!


sexta-feira, 14 de outubro de 2011

terça-feira, 11 de outubro de 2011

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Dia Internacional Contra a Monocultura de Árvores


Hoje, 21 de setembro, aprendemos na escola: é o dia da árvore. Entretanto, esse dia ganhou uma abordagem crítica: é o dia internacional contra a monocultura de árvores. E o que isso significa? Quando você compra um produto cuja matéria-prima é madeira advinda de fontes legais, geralmente está em destaque: "produto feito a partir de árvores de reflorestamento." Eis a questão: o que as empresas chamam de reflorestamento em nada lembram florestas. São extensas plantações de uma única espécie de árvore, em detrimento da biodiversidade. No Brasil, a espécie mais comum é o eucalipto (utilizado na produção de papel e celulose). Por se tratar de uma planta exótica, há uma série de danos ambientais, dentro eles a supressão da fauna e flora locais em função da demanda extrema de recursos aquáticos pelo eucalipto. Além disso, esses falsos reflorestamentos utilizam terras que poderiam ser empregadas para o cultivo de alimentos a fim de garantir a soberania alimentar. Como resultado, existem também prejuízos sociais, com o êxodo rural em consequência da ausência de trabalho. Esses são apenas alguns dos danos causados pela franca expansão das monoculturas ao redor do mundo, o que tem sido denominado pela comunidade científica e ambientalistas de "deserto verde".
Vale lembrar que algumas "soluções" fomentadas por governos e empresas para o problema do uso indiscriminado dos recursos naturais apenas agravam a expansão do deserto verde. Os créditos de carbono e também aqueles selos meramente publicitários e nada ecológicos (como o FSC - Forest Stewardship Council ou, em português, Conselho de Manejo Florestal), que garantem que as árvores usadas na indústria foram plantadas, são uma forma de distorcer as verdadeiras práticas dessas corporações em busca do lucro.
Por fim, lembre-se: se essas empresas adotam posturas ambientalmente incorretas e socialmente condenáveis, cabe a você, consumidor, agir com consciência, conhecer a origem do que compra e boicotar, divulgar e exigir mudanças. O estabelecimento da sociedade sustentável só será possível com o equilíbrio entre ações individuais responsáveis e práticas coletivas conscientes.

Para saber mais, visite:
Monocultura do eucalipto cresce sem proteção ambiental e social
Movimento Mundial pelas Florestas Tropicais (apenas em inglês e espanhol)
Não ao Deserto Verde!

Confira também algumas das principais empresas propulsoras do deserto verde brasileiro neste link!

Assista ao documentário "Cruzando o Deserto Verde" na íntegra clicando aqui!





quinta-feira, 15 de setembro de 2011

4ª Semana da Agricultura Orgânica de Suzano (SP)

Entre os dias 20 e 23 deste mês ocorre a "4ª Semana da Agricultura Orgânica de Suzano (SP)". Realizada pela prefeitura do município que se localiza na região leste da Grande São Paulo, a programação tem atividades sobre agroecologia, aula sobre cultivo de ervas medicinais e aromáticas, feira de agricultura familiar e muito mais! Confira:


Clique na imagem para ampliar

Para maiores informações, entre em contato com a Secretaria de Segurança Alimentar e Nutricional e de Agricultura e Abastecimento do município pelo telefone: (11)4746-3297.

Inscrições abertas para o "Forum Sustentabilidade e Trânsito" em SP

Confira a programação:
Manhã
8h30 - Credenciamento / Café de boas vindas
9h30 - Abertura
10h - Mesa: Sustentabilidade e Ecossistema Urbano
Moderador: Ailton Brasiliense
• Sustentabilidade
 Adriano Branco, Administrador e Engenheiro
• Cidades Sustentáveis
Carlos Leite, Arquiteto e Urbanista
11h30 - Apresentação musical da Banda Maluah
12h - Intervalo para o Almoço
 Tarde
14h - Ensino a Distância e em Redes Sociais
Irineu Gnecco Filho - Diretor de Planejamento e Educação de Trânsito da CET
14h30 - Apresentação do Curso a  Distância "Sustentabilidade e Trânsito"
Arlete Cipolini e Deisy Paula da Silva Sardinha Gabriel
15h - Mesa: Sustentabilidade, Trânsito e Educação
Moderador: Alexandre Pelegi de Abreu
• Sustentabilidade e Mobilidade
Eduardo Alcântara Vasconcelos, Engenheiro e Sociólogo
• Cultura da Paz
Rose Marie Inojosa, diretora da Universidade Aberta do Meio Ambiente e da Cultura de Paz - UMAPAZ
16h30 Exibição do vídeo "Entre Rios" de Caio Ferraz 
17h Café de Encerramento

Para se inscrever, clique aqui!

Bacia de evapotranspiração: destinação sustentável para águas negras

Para quem mora em uma região desprovida de saneamento básico, dar destino correto às águas cinzas (provenientes de pias e chuveiros) e águas negras (aquelas que iriam para a fossa, com fezes e urina) pode parecer um desafio. Partindo da proposta de livrar sua casa de uma fossa aborrecedora, um casal de Embu das Artes buscou na permacultura uma solução sustentável para as águas negras da sua nova morada: a bacia de evapotranspiração. Assista ao vídeo e conheça o processo construtivo feito em mutirão:

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Curso Gratuito: Vida Integral e Cultura de Paz

A Universidade Aberta do Meio Ambiente e da Cultura de Paz (UMAPAZ) realiza, a partir do próximo mês, o curso "Vida Integral e Cultura de Paz". O conteúdo será focado na promoção do bem estar por meio de uma abordagem holística. Na metodologia, serão usadas, dentre outras ferramentas, práticas de vida integral, alongamento e yoga e comunicação não violenta.
As aulas serão mediadas pela especialista em medicina integral Drª. Roberta Ribeiro. Para se inscrever, acesse o blog da UMAPAZ clicando aqui!

Quando?
De 08 de setembro a 20 de outubro - Às quintas-feiras, das 18h00 às 21h00
 Onde?
UMAPAZ - Av, IV Centenário, 1268 – portão 7, Parque do Ibirapuera – São Paulo/SP

Obs.: As inscrições vão até o dia 1º de setembro e as vagas são limitadas.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Por que dizer não aos agrovenenos?

Os agroTÓXICOS não possuem essa nomenclatura por acaso. Embora o setor do agronegócio com suas gigantes transnacionais difundam que eles são seguros, os prejuízos pelo seu uso são diversos. O emprego dessas substâncias é pernicioso e pode gerar contaminações em larga escala: desde a água, o solo, os trabalhadores do campo, os animais até o consumidor final. Segundo informações da Organização Panamericana de Saúde (OPAS) divulgadas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), 15% das patologias relacionadas ao trabalho na América Latina e Caribe estão ligadas ao uso dos agrovenenos. A questão é alarmante, pois dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) dão conta de que apenas 1 em cada 6 acidentes com esse tipo de produto entra para as estatísticas.
A legislação sanitária brasileira abre precedentes para que o país se mantenha como o maior consumidor mundial de venenos no campo. A partir do momento em que um agrotóxico é liberado no mercado nacional, seu registro será perene e não haverá revisão, a não ser nos casos em que dispõe o artigo VI do Decreto 4074/02 que trata da Competência do Ministério da Agricultura:

VI - promover a reavaliação de registro de agrotóxicos, seus
componentes e afins quando surgirem indícios da ocorrência de
riscos que desaconselhem o uso de produtos registrados ou
quando o País for alertado nesse sentido, por organizações
internacionais responsáveis pela saúde, alimentação ou meio
ambiente, das quais o Brasil seja membro integrante ou signatário
de acordos;

A gravidade da situação é ainda maior quando se sabe que o Brasil é, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), o país que mais consome agrotóxicos proibidos. Além disso, grande parte da população desconhece os perigos do consumo de produtos contaminados. Há ainda, no meio rural, a difusão de uma mentalidade distorcida sobre a nocividade dos agrovenenos. Não é raro encontrar pessoas que usem o famigerado Roundup (cujo princípio ativo é o glifosato) para "limpar" o mato de alguma área a ser utilizada no cultivo de alimentos. Aliás, isso traz à tona um outro fato: por mais que a legislação fale em controle de comércio para essas substâncias, na prática, adquiri-las é mais simples do que parece. 
A problemática acerca dos agrovenenos transcende as fronteiras rurais. Trata-se de um tema de natureza social, ambiental e sanitária. Muito se propala sobre os benefícios à saúde com o consumo de frutas, legumes e vegetais, entretanto, pouco se discute sobre os processos insalubres praticados pelo agronegócio para otimizar lucros, sem considerações com a saúde do consumidor. Por isso, o enfrentamento ao uso dos venenos no campo começa no consumo consciente, na opção pelos orgânicos e na pressão popular pela elaboração de uma lei de agrotóxicos condizente com a preservação do meio ambiente. Uma lei que traga um Brasil saudável, produtivo, com soberania alimentar e responsabilidade sócio-ambiental: um Brasil livre de agrotóxicos.

Para saber mais, acesse:

Assista ao documentário de Sílvio Tendler sobre os agrovenenos:


segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Casa Aberta na Ecovila Cunha

A Ecovila Cunha promove um fim de semana direcionado àqueles que buscam saber mais sobre o movimento mundial de ecovilas. Serão diversas atividades durante três dias,com muita arte, ecologia e auto-conhecimento.

Confira a programação completa:
Sexta-feira, 26 de agosto
14:00 Abertura da casa
15:00 Nossa terra: Uma caminhada de exploração I
17:00  Conheça os membros e convidados
17:30 Ritual do pôr do sol
18:00 Preparação do jantar coletivo, música ao vivo
19:00 Jantar
20:00 Apresentação e discussão sobre o movimento global das ecovilas
Noite: Alojamento na casa comum

Sábado, 27 de agosto
07:00 Ritual de nascer do sol e yoga
08:00 Desjejum
09:00 Mutirão: plantar mudas de arvores nativas, criar uma horta mandala, etc.
11:00 Exploração da nossa terra II / Preparação do almoço coletivo
13:00 Almoço: Partilhe as suas habilidades, experiências e interesses com outros participantes
14:00 Tempo para reflexão pessoal e
relaxamento
15:00 Apresentação e discussão sobre nosso projeto da ecovila: visão, estrutura legal, planejamento da terra, programas, etc.
16:30 Discussão sobre oportunidades para estágios e participação na ecovila
17:30 Ritual de pôr do sol, música ao vivo
18:00 Preparação do jantar coletivo
19:00 Jantar: Troque idéias e descobertas com outros participantes
20:00 Sarau: Compartilhe músicas, poemas e histórias ao redor do fogo
Noite: Alojamento na casa comum

Domingo, 28 de agosto
08:00 Ritual de nascer do sol e yoga
09:00 Desjejum
10:00 Explore as técnicas para criar a vida que você quer
12:00 Tempo para reflexão pessoal e
 relaxamento / Preparação do almoço coletivo
13:00 Almoço: Partilhe seus insights e descobertas com outros participantes
14:00 Colocando a casa em ordem
15:00 Pegando a estrada…

Mais informações sobre estão disponíveis no site da Ecovila Cunha. Acesse clicando aqui!

terça-feira, 2 de agosto de 2011

39º Fórum Aliança pela Infância: Amamentação - alimentando a paz no mundo

A Aliança pela Infância promove neste mês uma série de eventos para reiterar a importância do aleitamento materno. Em parceria com a Universidade Aberta do Meio Ambiente e da Cultura de Paz (UMAPAZ), ocorrerá o "39º Fórum Aliança pela Infância: Amamentação - alimentando a paz no mundo". A mediação fica por conta do pediatra, homeopata e médico do ambulatório de puericultura da casa de parto da Associação Comunitária Monte Azul (Casa Ângela), dr. José Moacir de Lacerda Junior e equipe.
O evento faz parte da Campanha Nacional pela Amamentação. A programação completa pode ser conferida na página da Aliança pela Infância.
Para se inscrever, clique aqui!
Quando?
13/08, das 9h00 às 12h00

Onde?
UMAPAZ - Auditório Verde - Av, IV Centenário, 1268 – portão 7, Parque do Ibirapuera – São Paulo/SP

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Sou agro?

Nos últimos dias, uma série de propagandas tem tomado espaço na televisão para defender a bandeira "Sou Agro". Os vídeos usam atores famosos para mostrar que as ações do agronegócio estão intimamente ligadas ao consumidor (principalmente urbano). A ideia de arrebanhar simpatizantes ao que ruralistas chamam de movimento permanente esconde a ofensiva de angariar o prestígio da opinião pública e desviar a atenção das más práticas sócio-ambientais fomentadas pelo modelo patronal do agronegócio.
A perspicácia da publicidade nessa campanha associa atividades cotidianas à importância econômica do setor para o país. Entretanto, quando cita, por exemplo, os alimentos produzidos pelo agronegócio, omite que o Brasil é campeão mundial em consumo de agrotóxicos. Aliás, omite também que 70% do alimento consumido pelo povo brasileiro não advém desse oligopólio ruralista que participa da campanha, mas sim da agricultura familiar.
Mas quem patrocina essas ações? Bünge, Monsanto, Nestlé, Cargill, Aprosoja, Bracelpa (Associação Brasileira de Celulose e Papel) e mais algumas organizações pró-agronegócio. Ao contrário do que diz o slogan do "movimento", essas organizações não fundamentam suas atividades "para o Brasil crescer forte e saudável". Exemplos? A Monsanto é o melhor deles: promove pesquisas sobre transgênicos, vende suas sementes e agrotóxicos específicos para esses organismos, torna o produtor refém de suas patentes e desencadeia uma série de impactos ambientais, como a contaminação de lavouras não-transgênicas por variedades com modificações genéticas, dentre outras consequência funestas. E como a Nestlé fala em saúde com seus alimentos cheios de açúcar, aditivos químicos e afins? Os impactos da produção de celulose e papel, por sua vez, são descomunais: a monocultura de eucaliptos tem sido chamada pelos cientistas de deserto verde, pois degrada o solo e suprime a flora e fauna locais, expropria áreas que poderiam ser usadas para prover diversos alimentos e propulsiona o êxodo dos habitantes da região por conta da falta de trabalho. Essas são apenas algumas demonstrações da infindável lista de malefícios produzidos por esses tais agros.
A estratégia de se aproximar dos consumidores das cidades (atualmente cerca de 85% da população brasileira moram em área urbana) é uma tentativa de incutir uma lavagem cerebral nessa parcela majoritária da sociedade, configurando, assim, a prática de greenwashing. O site do "Sou Agro" convida os cidadãos a aderirem à campanha que se diz baseada no desenvolvimento sustentável. Mas, como existiria desenvolvimento sustentável sem o equilíbrio de seu tripé: preservação ambiental, justiça social e viabilidade econômica se esse último quesito é o mais relevante para o agromodelo hegemônico em terras tupiniquins?
Responda rápido: Você compactua com o desrespeito ao meio ambiente, o trabalho degradante, a concentração de terras, a ameaça à soberania alimentar? E considera correto empresas que não respeitam a natureza fazerem campanhas ditas sustentáveis? Parabéns, se você disse sim, então, você é agro e contribui para um país socialmente injusto, ecologicamente incorreto e economicamente (apenas isso) lucrativo! Ah, você é agro, mas ao contrário do que afirma a propaganda, você não é cidadão.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Educação ambiental para quem?

Vivemos um tempo de transição. As mudanças climáticas e suas consequências reiteram a necessidade de um novo padrão de integração do homem à natureza. Logo, a educação ambiental, instituída como lei no Brasil em 1999, torna-se imprescindível. Porém, o que fazer quando essa educação deseduca?
Analisemos: quem são os educadores ambientais? Em alguns casos, egressos do curso de biologia interessados na área da ecologia e também profissionais de gestão ambiental. Aí reside o problema: em geral, a formação dos gestores ambientais norteia-se pelo capitalismo, é voltada para o empresariado e caracteriza-se pelo servilismo mercadológico. As faculdades formam os profissionais desejados, isto é, aqueles capazes de implementar projetos para mitigar efeitos nefastos de indústrias e afins para deformar cidadãos crentes de que estão tendo acesso à educação ambiental.
O que dizer então de "educadores ambientais" participantes de esquemas danosos ao meio ambiente? Realizam projetos pretensamente ecológicos que desviam o foco das ações maléficas das organizações das quais fazem parte. E o pior não é isso. Acreditem! O pior é o estado acrítico ao qual esse profissional é submetido durante sua (de)formação: assim, ele passa a acreditar que suas práticas de greenwashing não são efetivamente greenwashing e, então, se rende à sórdida teia da lavagem verde.  Esse "educador" acredita que sua ação é benéfica. Mas a quem servem esses benefícios?
È preciso que a educação ambiental rompa as correntes da subserviência e liberte-se da senzala do capital. Educar para ação ecológica verdadeiramente consciente exige desprendimento de interesses privados, comprometimento com o interesse público, ressignificação do modelo pedagógico (atualmente voltado para a lógica patronal), supremacia da ética e desconfiômetro ligado. Uma nova educação ambiental, alinhada com a proteção da natureza e genuinamente ambientalista é fundamental para estabelecer a sociedade sustentável. Caso contrário, a educação ambiental não será nada além de uma profissão a serviço do capitalismo. Do prisma da sociedade, um completo desserviço.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Uma lenda ecológica...

O que é, o que é? Pode ser mulher, homem ou criança. Guarda a floresta e com seus pés invertidos apronta muitas peripécias contra os inimigos da natureza. Se você respondeu curupira, acertou! Essa figura vinda do mágico universo da cultura popular é uma árdua protetora do meio ambiente. Mas sua forma mais conhecida é a narrada por indígenas que o descrevem como um menino de cerca de 7 anos.
Aqueles que juram ter cruzado com esse ser mítico em seu caminho, contam que ele oferece perigo somente para quem adentra a mata com más intenções, principalmente caçar e cortar lenha.
A sabedoria do povo diz: o curupira protege quem tira da natureza apenas o necessário para o auto-sustento e vive da mata sem agredi-la. Verdade ou mentira, em tempos de desenvolvimento a qualquer custo, com a construção da hidrelétrica de Belo Monte, a  imininência de um novo e ameaçador código florestal entre outras práticas nada ecológicas, o curupira terá muito trabalho!
Leia mais sobre essa rica figura da cultura popular brasileira clicando aqui!

segunda-feira, 11 de julho de 2011

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Evento Internacional sobre Desastres Ambientais e Sustentabilidade em SC


A Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) promove em Florianópolis o II Workshop Internacional de História do Ambiente: Desastres Ambientais e Sustentabilidade. O objetivo é difundir a conscientização, o debate e a capacitação do participantes por meio de um novo modelo de relacionamento entre homem e natureza. Mesas redondas, oficinas e conferências fazem parte da extensa programação.
O evento promete analisar a questão ambiental baseada na perspectiva histórica dos desastres ambientais rumo ao desenvolvimento sustentável.
Quando?
15 a 19 de novembro

Onde?
Avenida Dom João Becker, 222 - Praia dos Ingleses - Florianópolis (SC) - Praiatur Hotel

O período de inscrições já está aberto. Para mais informações, acesse o site!

terça-feira, 5 de julho de 2011

Krajcberg: quando ambientalismo e arte se encontram


Galhos retorcidos, folhas secas, troncos carbonizados, material orgânico em decomposição. Esculturas com matérias-primas extraídas da natureza, obras permeadas pela crítica e conscientização ambiental. A natureza morta dá vida à arte do polonês Frans Krajcberg. 
A trajetória do artista é desenhada em harmonia com a ecologia desde o princípio. Mas, foi no início da década de 60, que seu trabalho tomaria as formas que tem hoje. Nessa fase, Krajcberg pintava sob influências expressionistas e cubistas. Foi então que a interação com as terras de Ibiza, na Espanha, concretizou-se como o rebento das esculturas do artista. Através dessa experiência direta com o barro, Krajcberg criou a marca de seu trabalho: a apropriação dos recursos naturais para interpretá-los e provocar questionamentos.
A poética de Krajcberg é marcada pelo equilíbrio entre o domínio da natureza e a capacidade de recriá-la. Não se trata de uma mera reprodução. A contemplação de suas obras torna evidente a atmosfera contestadora de seu trabalho. A crítica aos padrões equivocados das relações de distanciamento entre homem e natureza e suas consequências funestas afloram o brilhantismo do artista.
Radicado no Brasil e naturalizado brasileiro, atualmente ele mantém uma reserva ecológica de 1,2 km² no sítio onde vive em Nova Viçosa (BA). Lá, ele semeou mais de 10 mil mudas de espécies nativas e pretende criar um museu que levará seu nome. Agora, aos 90 anos, consagra-se ao despertar para o poder do realismo da fotografia em suscitar dúvidas sobre o transe social e o colapso ambiental que vivemos. Ao apreciar Krajcberg, não é temeridade dizer, enfim, que talvez não seja ele quem se apropria da natureza. Mas sim, ela quem o domina para fazer ouvir sua súplica por um direito legítimo: o direito à vida.

Para saber mais sobre o fascinante universo desse grande artista, clique aqui!

Ativismo, arte e ecologia no II Encontro Cuida Jovens em Recife


Congregar jovens em prol da militância ecológica é o objetivo do "II Encontro Cuida Jovens", que traz nesta edição o tema "Movimentos Sociais e Meio Ambiente: A Juventude em Ação!". Na programação, espaço para palestra sobre "Os movimentos sociais e suas juventudes", vivência musical, plenária e mais!

Quanto?
R$: 30,00 (inclui fita de identificação, material para anotações, almoço e certificado)
Quando?
28/08
Onde?
Faculdade Frassinetti do Recife (FAFIRE) - Avenida Conde da Boa Vista, 921 - Boa Vista, Recife

Para conferir todas as atividades e obter mais informações, clique aqui!
Veja também:
http://www.youtube.com/watch?v=txX5XVeeb4c

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Petição pelo fim do Trabalho Escravo

Desapropriar as terras nas quais o regime de escravidão ainda ocorre e direcionar essas propriedades à Reforma Agrária: eis a reivindicação do abaixo-assinado em prol da aprovação da Proposta de Emenda Constitucional do Trabalho Escravo (PEC 438).
A proposta visa reforçar a função social da terra, direito garantido pela Carta Magna brasileira. Vale lembrar que embora o crime de trabalho escravo já esteja previsto no Código Penal, a aprovação dessa PEC será um duro golpe nos escravagistas, pois se trata de uma medida que envolve a questão fundiária e, por consequência, afeta diretamente a conta bancária daqueles que violam direitos humanos. Se você ainda não assinou a petição, exija que a PEC 438 seja votada e aprovada! É só clicar aqui!

terça-feira, 21 de junho de 2011

Da contracultura à Cultura Permanente

Década de 70. O canto rouco de Janis e a hipnótica guitarra de Hendrix extasiam grande parte da juventude. Essa juventude, por sua vez, diz não ao "american way of life" e se desnuda de corpos e preconceitos para erguer a bandeira da liberdade. No Brasil, "raul-seixistas" bradam um grande "viva à sociedade alternativa." Em busca desse altermundo, no ápice dos movimentos contraculturais, dois jovens habitantes do outro lado do planeta decidem "caminhar contra o vento, sem lenço, sem documento." Formava-se o embrião do que viria a ser uma experiência visionária que resultaria na sistematização de um conhecimento não tão difuso quanto deveria, mas de expressiva importância para o ambientalismo: a Permacultura.
A palavra Permacultura tem sua raiz na Agricultura Permanente e foi publicada pela primeira vez no livro Permacultura Um (1978). Porém, nos dias de hoje, esse conceito foi ampliado e concerne a uma cultura permanente. Tudo começou quando o australiano Bill Mollison resolveu se mudar para uma propriedade e cultivá-la sem dinheiro algum. A ideia era lançar mão dos recursos locais para viver em plena integração com a natureza. Ao lado de David Holmgren, Mollison focou suas atividades, a princípio, na produção agrícola. Posteriormente, a dupla abriu o leque de experimentações para buscar alternativas sustentáveis, trabalhando com energias renováveis e bioconstrução, entre outros. 
A Permacultura tem sua própria ética, baseada no cuidado com a terra, com as pessoas e a partilha dos excedentes aliada aos limites ao consumo e à reprodução. Sua filosofia parte do preceito do trabalho com e a favor da natureza. Por se tratar de um planejamento integrado ao meio ambiente, também possui princípios de Design, como, por exemplo: responsabilidade pelas gerações futuras, cooperação, integração e reciclagem de energia.
A prática permacultural resgata conhecimentos regionais e/ou tradicionais para criar ambientes sustentáveis. Além disso, por ser uma ciência holística, ou seja, trabalhar a ecologia em todas as suas dimensões, a Permacultura pode ter seus conhecimentos aplicados em diversas áreas do conhecimento. Talvez o seu maior avanço parta de uma simples atitude: a observação da natureza. Os princípios permaculturais são a reprodução do que acontece na meio ambiente. Por meio dessa reflexão, foi possível desenvolver a sabedoria capaz de prover uma cultura permanente a fim de suprir as demandas locais.
Há cursos livres sobre Permacultura oferecidos principalmente nas comunidades e instituições que a praticam. A formação básica de um permacultor é O PDC (Curso Certificado de Design em Pemacultura, em português) que segue normativas reconhecidas internacionalmente. No entanto, embora o currículo siga um determinado padrão, o conteúdo é flexibilizado e ínfluenciado pelo local e por quem o PDC é ministrado.

Quer saber mais? Acesse:

E que tal descobrir mais sobre a Permacultura entrando em contato com quem a vivencia? Então, é só se cadastrar na Permacultura Social Brasileira: uma teia de relacionamentos dedicada à busca de uma vida sustentável!

E o inverno chegou...


Para muitos, essa época é sinônimo de elegância. Corpos cobertos com muitas roupas simbolizam a reclusão típica dos dias frios. Na natureza, algumas espécies hibernam. As formigas se nutrem com o alimento juntado prévia e sabiamente no período de fartura, para que não faltasse nos dias de escassez. Em tempos de mudanças climáticas, há, contudo, aqueles que reclamem da inconstância das estações. Porém, a importância do advento da invernada não está simplesmente nas características do clima durante o tempo em que vigora. Essa é uma fase de reflexão. Quem nunca ficou mais introspectivo no frio? É que as baixas temperaturas são uma invocação ao recolhimento, não só físico, como espiritual. O frio pode ser um convite ao ócio do corpo e a oportunidade para entrar em contato com nosso Eu interior. Apreciar um bom chá, deliciar-se com os aromas dos incensos, meditar, observar os ciclos de Gaia e reconhecer com humildade sua sapiência. Simplesmente viver o presente, sem pré-ocupações! A natureza chama...

Para se deleitar:
Often a Bird - Wim Mertens

sábado, 18 de junho de 2011

Encontrarte Natureza: Ponto de Encontro de Artistas em Mogi das Cruzes (SP)


Contato
Daniel: (11)6840-8656
Júlia: (11)6910-1613

Para saber mais, é só acessar o blog da Estação Bem Te Vi!

sexta-feira, 17 de junho de 2011

"Lixo, moda e preconceito" são tema de evento gratuito em SP


Inicialmente era apenas um programa de rádio. Agora, o Estéreo Saci, projeto do Itaú Cultural, alça novos vôos e traz à tona o tema "Lixo, moda e preconceito".
Da produção colaborativa de um filme sobre a proposta central do evento à realização de oficinas, discussões e apresentações artísticas, o Estéreo Saci 2011 promete questionar e enriquecer, transversalmente, conceitos como sustentabilidade, consumo, massificação comportamental e tolerância à diversidade.
Dentre a temática ambiental, destaque para o debate "Pra onde vai o seu lixo?", mediado por Alexandre Ferrari, no dia 21 (terça-feira). Muito informativa, reflexiva e impactante promete ser a visita ao aterro sanitário de Caieiras, programada para o dia seguinte. A jornada começou dia 7 deste mês, mas ainda dá tempo de conferir muitas atividades!

Quando?
Até dia 26 de Junho
Quanto?
Entrada Franca
Onde?
Itaú Cultural: Avenida Paulista 149, Paraíso, São Paulo - SP (próximo à estação Brigadeiro do Metrô)

Para mais informações e programação completa, clique aqui!

Viver sem carne: por que não?


Para quem não convive com um vegetariano ou nunca parou para pensar no assunto, a primeira ideia que talvez venha à mente é a de que o vegetarianismo, é, por essência, uma dieta baseada no consumo de muita salada. Mas, espere! Nem todo vegetariano é um ávido devorador de folhas, uma espécie de homem lagarta. Ah! Ser vegetariano nem sempre corresponde, como muitos pensam, a uma alimentação saudável (existem vegetarianos que se alimentam sem preocupações nutricionais). Em última instância, vegetarianismo não é deixar de comer apenas carne vermelha. Pergunte a um vegetariano se uma comida com frango ou peixe já não lhe foi oferecida quando ele afirmou não comer carne. Tragicômico! Você pode estar pensando: oras, o que é de fato vegetarianismo?
Ser vegetariano é não se alimentar de nenhum tipo de carne. Porém, o vegetarianismo é um universo recheado de tendências, tanto alimentares, quanto motivacionais. Basicamente, a dieta se divide em ovolactovegetariana (ou seja, aqueles que apenas não consomem carnes), lactovegetariana (pessoas que não consomem carne nem ovos), ovovegetarianos (são aquelas pessoas que não comem carne nem leite/derivados; essa opção é pouco comum) e por fim os vegetarianos estritos (grupo que não consome nenhum alimento de origem animal e no qual se enquadram os veganos, sobre os quais falaremos mais adiante).
Alguns grupos mais específicos e não menos interessantes também marcam presença no caldeirão da alimentação sem carne: os frugívoros, crudívoros e freegans são bons exemplos. A dieta crudívora baseia-se em alimentos vivos, isto é, sem cozimento. Assim, os nutrientes são mais bem aproveitados. Já os frutarianos, como o próprio nome prenuncia, tem sua alimentação baseada em frutas e também sementes cruas. Para os adeptos, essa forma de se alimentar é sinônimo de saúde e respeito ao meio ambiente e proporciona o auto-aprimoramento. Os freegans, por sua vez, tem um princípio bastante curioso: aliam alimentação à protesto, vivem do desperdício da sociedade, fazendo frente ao consumismo e ao capitalismo. Não compram seus alimentos e por isso às vezes consomem produtos de origem animal. Diante disso, são comuns as polêmicas por essa maneira de viver. A favor do freeganismo, pesa um fato: um pedaço de carne jogado no lixo será simplesmente lixo, se não for consumido. Um alimento vegano comprado gerará mais resíduos. Complexo? Questionador.
Muitas razões levam as pessoas a aderirem à dieta vegetariana. Há aquelas que nascem em famílias adeptas e seguem naturalmente a alimentação sem carne. Dentre as motivações, o respeito pelos animais geralmente figura na primeira colocação. Entretanto, existem controvérsias sobre esse argumento, pois esse raciocínio colocaria os animais em escala inferior ao homem, sendo, portanto, um pensamento especista. Há quem não coma carne apenas por razões estéticas ou de saúde. Há, também, quem escolha esse modo de vida por questões religiosas, éticas ou pelo meio ambiente (em tempo: para produzir um quilo de carne bovina, são gastos cerca de 18000 litros de água e emitidos 24 kg de gases de efeito estufa; também são usados cerca de 14 vezes mais energia para produzir um quilo de vitela, em comparação à mesma quantidade de batatas).
Todavia, dentre todos os grupos de vegetarianos, existe um que sobressai por transcender a dieta e invadir o campo dos princípios, do estilo de vida. Trata-se do veganismo, que exclui não só alimentos de origem animal da dieta, como produtos e serviços que demandem exploração dos animais. Os veganos buscam não consumir nada que seja resultado de experimentação animal nem frequentar locais cujas práticas não sejam alinhadas com seus ideais. Os vegans são norteados pela prática abolicionista e por isso tem se de policiar para viver sem demandar sofrimento animal. Geralmente, são consumidores conscientes e tem por hábito "investigar" as empresas e verificar se são realmente veganas ou atendem apenas aos apelos comerciais da sustentabilidade. Mas isso não quer dizer que não hajam veganos consumistas, afinal, isso decorre de posturas individuais.
Para quem não é vegetariano, fica a dica: optar por isso sem saber o porquê é fadar sua escolha ao fracasso. Então, pesquise, informe-se e descubra que ser vegetariano também é mostrar quem você é e no que você acredita! Será mesmo justo alimentar sua vida em detrimento de outra vida? Sua consciência e o planeta agradecem.

"Os animais existem por suas próprias razões. Eles não foram feitos para humanos, assim como negros não foram feitos para brancos ou mulheres para os homens." (Alice Walker)

Quer saber mais? Acesse o site do Vegetarianismo! Receitinhas você encontra aqui!
Veja mais sobre os impactos da produção de carne na cartilha elaborada pela Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB).

terça-feira, 14 de junho de 2011

Brasil: O desenvolvimento sustentável passa pela Reforma Agrária

Foto: Sebastião Salgado  (retirada do site Terra de Direitos)
Qual o maior problema ambiental que assola o Brasil? Está lançado jogo. Provavelmente, a resposta desmatamento ganhará disparada. E sim, o desmatamento é uma das principais causas da degradação do meio ambiente no Brasil. Porém, isso é apenas a ponta do iceberg. O que está por trás de tudo isso? Os madeireiros? Políticos e demais funcionários públicos corruptos? O agronegócio? Estas respostas estão corretas. Mas há uma opção que sintetiza todas essas assertivas: o capitalismo. Está achando esse texto polarizado demais? Pois é. Quem disse que não era para ser? Vamos lá.
Recentemente, alguns casos de violência no meio rural ganharam destaque na mídia nacional. O mais comentado foi a dupla execução do casal de extrativistas e ambientalistas Maria do Espírito Santo da Silva e José Cláudio Ribeiro da Silva. Alguns jornais até chegaram a remeter ao emblemático caso da missionária estrangeira Doroth Stang, também morta por defender a floresta e afrontar interesses dos latifundiários. Mais emblemática ainda foi a luta de Chico Mendes, sempre citada como exemplo para o ambientalismo brasileiro. Acontece que o genocídio dos trabalhadores do campo e ativistas não é novidade. Acontece também que quando um caso desse repercute na imprensa, o governo federal afirma que tomará providências definitivas. Mas, na realidade, só estabelece ações paliativas. Da resistência em Canudos (e muito antes) a Eldorado dos Carajás, os conflitos agrários são resolvidos à bala e revelam um abismo social entre oprimido e opressor.
Que tal pensarmos além: Por que existem os latifundiários? Essa é uma pergunta que poderia ser respondida em uma boa quantidade de laudas. Sejamos concisos: o latifúndio é uma nefasta herança do período colonial e traz em seu seio a exploração dos trabalhadores em benefício do latifundiário. Riquezas são produzidas, não há como negar. Contudo, elas não são partilhadas entre os que, com seu suor, carregam a força produtiva. A riqueza é do latifundiário; o direito sobre a terra que ele sequer põe as mãos, também. Justo? Para o capitalismo, por que não seria? Esse modelo econômico permite, ou melhor, reitera o "direito" de promover injustiças sociais e ambientais, já que o latifúndio e sua "revolução verde" promovem práticas nada ecológicas.
No ano passado, a Campanha Nacional pelo Limite da Propriedade de Terra promoveu um referendo que conseguiu mais de meio milhão de votos favoráveis à restrição do latifúndio no Brasil. A proposta foi pautada na soberania alimentar e planificação das condições sociais no campo e na cidade. Mas, o referendo não foi um tema discutido pela mídia.
Na última semana, a presidenta Dilma Rousseff decretou o aumento do prazo de anistia para os desmatadores. Assim, ruralistas terão mais tempo para negociar a inclusão definitiva da anistia ao crime de desmate na legislação florestal. No mesmo dia, o Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, se reuniu com autoridades paraenses para discutir medidas que extirpem a violência rural no estado. Além disso, a Força Nacional de Segurança ocupou o município de Nova Ipixuna por tempo indeterminado. Alguma controvérsia na postura do governo federal em relação às políticas ambientais?
Equacionar um dos mais graves problemas do meio ambiente no Brasil demanda uma postura radical. Sim, é preciso ir à raiz. Pensar em sustentabilidade baseada na concentração de terras e no subemprego é falacioso. Somente a reforma agrária promoverá um campo desprovido de exploração, propulsor de uma sociedade mais igualitária e constituído pela distribuição fundiária àqueles que lutam para cultivar sem destruir. Sem reforma agrária, "país rico é país sem pobreza" será só mais uma bandeira maculada pelo sangue daqueles que lutam em defesa da Terra.

Para refletir ouvindo:
Ordem e progresso - Beth Carvalho (Do CD Arte em Movimento - MST)

sexta-feira, 3 de junho de 2011

1ª Virada Sustentável neste fim de semana em SP


Um final de semana marcado por atividades que demonstrem uma nova maneira de ver e viver a sustentabilidade. É o que prometem os organizadores da Virada Sustentável. Com programação totalmente gratuita, o objetivo é difundir entre a população da Grande São Paulo um modo de vida ecologicamente responsável e harmonioso. Serão mais de 300 atrações entre os dias 4 e 5 de junho.
A ideia foi inspirada na Virada Cultural, realizada anualmente na capital paulista.Temas como alimentação e trocas solidárias, fundamentados nos conceitos de arte e cultura, estarão entre as atividades promovidas em cerca de 60 localidades da maior região metropolitana do país.
A Virada Sustentável só peca pelo fato de sua programação não contemplar com muita atenção os bairros da periferia. A maioria absoluta das atrações está na região central de São Paulo e em bairros nobres.
A organização do evento promete gerir responsavelmente os resíduos resultantes da Virada e mitigar outros impactos ambientais.
Para conferir a programação completa, é só clicar aqui!

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Ato Nacional Pró-Amamentação dia 05/06


Recentemente, o direito de prover o melhor alimento para os bebês (o leite materno) veio à baila com dois fatos que repercutiram na grande imprensa. O primeiro aconteceu quando a antropóloga Marina Barão foi proibida amamentar seu bebê em uma exposição do Itaú Cultural, culminando em um protesto de mamães e um pedido público por parte da instituição.
Outro acontecimento também se destacou: a rede social Facebook considerou ofensiva a foto da jornalista Kalu Brum dando de mamar à sua cria. A exclusão desse registro fotográfico também gerou manifestação (que foi batizada de "Mamaço Virtual").
Ambas as situações revelam a desnaturalização de um evento estritamente fisiológico e intrínseco ao ser humano, mamífero por natureza. Para resgatar e difundir a prática do aleitamento materno foi criado o "Mamaço Nacional". O ato pró-amamentação não poderia acontecer em melhor data: 05 de junho, dia mundial do Meio Ambiente. A ação mostrará que amamentar é um ato ecológico!  
Durante o evento, organizado voluntariamente por mães, será pleiteada ampliação da licença-maternidade para seis meses (atualmente quatro meses são garantido por lei). Também serão defendidos o direito a amamentar em público, os benefícios do aleitamento exclusivo até o 6º mês de vida e a amamentação até 2 anos ou mais.
Cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte já tem seus eventos confirmados. Outros municípios estão aderindo e mais informações serão publicadas em breve.
Um blog foi criado para atualizar locais e programação. Para acessar, é só clicar aqui! Para entrar em contato, escreva para: grandemamaconacional@gmail.com

A intenção é congregar todos aqueles que defendem o direito de amamentar! O Holos apoia essa causa!

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Oficina de Alimentação Viva para crianças em SP

Que tal levar as crianças para aprender receitinhas cruas e saudáveis de forma lúdica? Essa é a proposta da "Oficininha da Alimentação Viva", que acontecerá no sábado (04/06) na Associação de Agricultura Orgânica, no Parque da Água Branca em São Paulo.
A atividade será ministrada pela especialista em alimentação natural Conceição Trucom e podem participar "crianças de todas as idades."
Para se inscrever, entre em contato pelo e-mail cursos@aao.org.br ou ligue: 11 3875.2625 (com Vanice)

Quando?
Sábado: 04/06 das 09h00 às 11h00
Onde?
Av. Francisco Matarazzo, 455 - Parque da Água Branca - Prédio do Fazendeiro, 2º andar, sala 24.

Confira mais informações no site Doce Limão!

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Deputados aprovam Novo Código Florestal

Na votação de ontem (24/05) na Câmara dos Deputados, o relatório de Aldo Rebelo para o Novo Código Florestal foi aprovado pelos parlamentares. Mas o que isso significa? Essa aprovação não é definitiva. Embora o governo seja maioria na Câmara, a bancada do PMDB, aliada ao PT, votou com a oposição e contribuiu dizendo sim às mudanças da legislação florestal. Foram 273 votos favoráveis às mudanças, 182 contra e duas abstenções.
A proposta seguirá para o Senado, onde o governo tem ampla maioria. Porém, isso não garante que não haverá nova derrota. Cabe dizer que a intenção da presidenta Dilma é a de que exista um novo Código, mas sem anistia a desmatadores e diminuição das áreas de proteção permanente (APP's). Por isso, o governo se mostra contra a criação de legislação estadual para as florestas. A proposta governista não é, de todo, benéfica. A legislação ainda vigente (sem mudanças) é mais rígida e assegura punição aos desmatadores e o respeito às APPs.
Um levantamento publicado na última semana pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) antecipou os efeitos negativos da especulação sobre a nova lei florestal: o desmatamento no último abril cresceu (pasmem!) quase seis vezes se comparado ao mesmo mês do ano anterior.
É crucial a pressão popular para que a presidenta Dilma vete o projeto de Rebelo em sua totalidade, e não apenas algumas emendas. Mobilize-se já! A petição do Avaaz continua no ar, se você ainda não assinou, clique aqui! Diga aos políticos que você é contra o ecocídio!
Leia mais sobre o que representa o relatório de Rebelo no site do Greenpeace.
Confira qual foi o voto de cada deputado no site do Congresso em Foco.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Proteja o Código Florestal: você tem voz!


Hoje a Câmara dos Deputados votará a proposta que fragiliza o nosso Código Florestal. Se a atual versão do relatório for aprovada, haverá anistia aos desmatadores e diminuição das áreas de proteção permanente (APP's). Além disso, propõe-se que cada estado crie sua própria legislação, o que poderá desencadear códigos frouxos, regidos em consonância com interesses privados. Por isso, sua mobilização é fundamental.
A rede Avaaz está com uma mensagem padrão a ser enviada aos políticos que podem mudar essa situação. Assine aqui!
Você pode enviar também mensagem pessoal (por e-mail e telefone) para a presidente Dilma e parlamentares, a fim de aumentar a pressão da sociedade civil. Mostre a sua voz!

Presidente Dilma (61) 3411-1225 /(61) 3411.1200, (61) 3411.1201 sg@planalto.gov.br
Paulo Teixeira (PT) - (61) 3215-5281 dep.pauloteixeira@camara.gov.br
Henrique Eduardo Alves (PMDB) (61) 3215-5539 dep.henriqueeduardoalves@camara.gov.br
Ana Arraes (Bloco PSB, PTB e PCdoB) (61) 3215-5846 dep.anaarraes@camara.gov.br
Lincoln Portela (Bloco PR, PRB, PTdoB, PRTB e outros) - (61) 3215-5615 dep.lincolnportela@camara.gov.br
Duarte Nogueira (PSDB) - (61) 3215-5525 dep.duartenogueira@camara.gov.br
Antonio Carlos Magalhães Neto (DEM) - (61) 32158269 dep.antoniocarlosmagalhaesneto@camara.gov.br
Nelso Meurer (PP) - (61) 3215-5916 dep.nelsonmeurer@camara.gov.br
Giovanni Queiroz (PDT) (61) 3215-5618 dep.giovanniqueiroz@camara.gov.br
Ratinho Junior (PSC) - (61) 3215-5521 dep.ratinhojunior@camara.gov.br

Envie um email para portugues@avaaz.org depois de ligar para que os telefonemas sejam acrescidos à contagem do Avaaz.

A votação é hoje, não perca tempo, divulgue essa ação e mostre que o eleitorado brasileiro clama pela não anistia de crimes ambientais e diminuição das APPs. O momento é de fortalecer a legislação ambiental, e não o contrário!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Telhado vivo: cobrir de verde, cobrir de vida


Foto: Kelas-H

Desfrutar do bem estar de ter um jardim, principalmente nas metrópoles, é privilégio para poucos. Em diversos projetos de construção, principalmente os mais antigos, é comum que o paisagismo tenha ficado em segundo plano. Isso é fruto de um modelo sócio-cultural que dissocia o homem da natureza. Porém, hoje a busca pela integração com o natural tem difundido uma prática bastante interessante, não só pela beleza, mas por uma gama de outros benefícios. Trata-se do telhado vivo (ou telhado verde) que é constituído basicamente por estrutura, lona, terra e plantas (nessa ordem).
Esse tipo de telhado proporciona maior conforto térmico da morada na qual ele é instalado (estudos indicam que o calor pode diminuir em até 30% com sua instalação). Além disso, dependendo do projeto executado, tipo de plantas cultivadas e estrutura, pode se transformar em um jardim, sendo assim uma melhor forma para aproveitar um espaço antes impensado. Aliás, por ser um jardim, essa área se transforma em um ponto de absorção das águas da chuva, diminuindo o problema da impermeabilização nas grandes cidades.
 E não é só isso: o telhado vivo pode ser sustentável. Prova disso é a experiência realizada na Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF), do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).  Localizada em Guararema (SP), a cobertura verde construída em mutirão foi feita com recursos disponíveis na própria instituição (como o bambu). A construção coletiva permitiu disseminar o conhecimento bioconstrutivo entre diversos agentes sociais vindos de várias partes do país. Assim, o resultado foi um telhado aliado com o meio ambiente e combativo ao modelo econômico capitalista que preconiza o consumo até mesmo quando fala de sustentabilidade.
Está pensando em construir o seu telhado verde? Veja um passo a passo precioso aqui! Mas, atenção, a estrutura deverá ser avaliada para evitar problemas!

sábado, 21 de maio de 2011

Amanhã (22/05): Oficina de Mandalas para mamães, papais e bebês em SP


O vocábulo mandala (originado do sânscrito) tem como significado o círculo sagrado. Simboliza a integração, a harmonia: o movimento cíclico da vida.  Com o objetivo de promover a aproximação e conhecimento mútuo nas famílias, a Livraria Cultura convida para a "Oficina de Mandalas para mães, pais e bebês". A atividade incentivará o desenho e pintura de mandalas em uma atmosfera de brincadeira.

Onde?
Livraria Cultura do Shopping Villa Lobos: Av. Nações Unidas, 4777, Jd. Universidade Pinheiros, São Paulo (SP)
Quando?
22/05/11 às 16h00

Mais informações no site da Livraria Cultura!

Os poderes da Água Diamante

Todos aqueles que buscam o autoconhecimento, não o fazem sem causa. Quando procuramos nossa essência, é mais fácil compreender a vida. Assim, muitos daqueles que descobrem meios para o resgate espiritual (e não se trata de religião) sentem o poder e necessidade de multiplicar o que sabem, fraternalmente.
É claro que existem os céticos e a finalidade desse tópico não é demover ninguém de suas crenças ou fazer proselitismo. Porém, gostaria de dividir uma descoberta muita especial: a água diamante, que chegou até minhas mãos por uma pessoa muito querida.
A água diamante tem a capacidade de assimilar nossa intenção (que deve ser sempre verbalizada) para confluir as energias em torno daquilo que queremos e assim obter os resultados desejados. Porém, sua ação depende do estado energético de cada ser: funciona como um espelho de nossas emoções. Não se trata de uma água mágica, curativa por si só. A água diamante é um meio para que expressemos os melhores sentimentos internalizados, em busca de uma nova consciência.
Essa água é multiplicável, basta que para sua renovação, sejam usados pelo menos 10% da mistura original (e assim sucessivamente). É bom ressaltar que o melhor modo de comprovar o poder da água diamante é fazendo uso.
Para saber mais, é só acessar:
Água Diamante
A água Diamante e os Povos Antigos
Onde conseguir Água Diamante no Brasil

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Manifestação contra mudanças no Código Florestal no "Viva a Mata" em SP

No próximo domingo, dia 22, acontecerá em São Paulo um protesto organizado pelo coletivo SOS Florestas contra as alterações na legislação florestal brasileira, propostas em relatório do deputado Aldo Rebelo.
A mobilização integra o "Viva a Mata", evento ambiental recheado de boas atrações para quem quer saber mais sobre o bioma que é um dos 34 hotspots do mundo. Além disso, é uma ótima oportunidade para aqueles que desejam se enveredar pela questão ambiental.
Promovido pela Fundação SOS Mata Atlântica, o evento, que vai do dia 20 ao dia 22, traz em sua rica programação temas variados, como filmes sobre vegetarianismo, atividade de observação de aves e oficinas sobre consumo sustentável.
Você encontra mais informações e programação do "Viva a Mata" no site:


Manifestação contra o Novo Código Florestal 
Quando?
 Domingo (22/05)
Onde?
Parque do Ibirapuera: Av Pedro Álvares Cabral, s/n, Moema, São Paulo (SP)
Horário:
10h00 às 12h00

Veja como chegar clicando aqui!